Ultimamente, ao olhar para a caneta, virada para os dedos do poeta, tenho tomado consciência da fome do papelà (tenho, de facto)! depois, tenho pensado na respiraçío das pequenas palavras e nas pessoas: a) no teu riso engraçado; b) no quotidiano; c) nas coisas que queremos e nas que imaginamos querer; d) na casca do corpo.tenho pensado, também, no sentido e nos plurais papéis, onde elas (as palavras) poderío viver, fazer a sua casa, pagar a água, a luz, levar os filhos à escola, etcà
